​Ex-alunos do Caraça (Aealac), se reúnem pela primeira vez este ano…​ Piracema 2017

Iniciando o calendário de atividades de 2017, a AEALAC convocou, mais uma vez, os associados para a sua Piracema: hora de retornar ao ninho antigo, de renovar as forças e manter o sentido da vida, construído há décadas, sob o olhar e o manto maternal da Senhora Mãe dos Homens.

Um pequeno cardume deslocou-se de Belo Horizonte às 7h30 do dia 11 de março, arrebanhando gente de São Paulo e de Brasília, rumo ao Caraça, Tabor de Minas, onde as águas repousantes, uma brisa refrescante, o silêncio que inspira os poetas e a magia da natureza proporcionam todos os elementos necessários ao revigoramento que buscam os heróis piracemeiros.

Felizes, lembrando as feições alegres dos cardumes que outrora subiam a Serra no início de cada ano, compareceram: de 1949, José Anacleto com a esposa, Leonice; de 1953, José Pedro, nosso eterno poeta; de 1954, Nilton Mendes Lima; de 1955, João Carlos Motta, sempre levando sua cachaça Tinezinha; de 1956, João Bosco Miranda; de 1957, Mariano Pereira Lopes, com a esposa, Ineide, José Lima Óliver Júnior, com a esposa Maria Cristina, e Éber Almeida; de 1958, Gilberto Moreira; de 1960, Maurício Roberto e Afonso Rangel; de 1961, Antonio Borges, com a esposa, Mariza e, de 1964, Clóvis Venuto. Como anfitriões a nos receberem, lá estavam Padre Wilson Belloni (da turma de 1945) e Padre Lauro Palú (de 1953). O Padre Luiz Carlos, dos novos cardumes da PBCM, já não foi Aluno do Caraça. Segundo o José Pedro, a “Água montanha acima é mais difícil a cada dia. Daí a necessidade de aproveitarmos cada oportunidade.”

visita

Da esquerda para a direita: Afonso Rangel, Nilton Lima, Clóvis Venuto, Leonice, José Anacleto, Padre Lauro, Mariano (de pé), Ineide, José Pedro, Mariza Borges, Antônio Borges, José Lima Óliver e Maria Cristina.

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Nesta Piracema, não houve programação especial para o grupo. Apenas muito bate-papo, deliciosas lembranças e recordações de feitos e malfeitos antigos e, mais do que tudo, AÇÃO DE GRAÇAS pelos valores que a formação no Caraça nos permitiu construir e que, duradouros, orientam a caminhada de cada um vida afora.

A turma de 1957, celebrando 60 anos de chegada ao Caraça, sem dúvida viveu momentos especiais, energizada pelos dons recebidos no Caraça e frutificados CEM POR UM.
No sábado à noite, tivemos oportunidade de regar com um bom vinho o privilégio de uma noite no Caraça.

No domingo, durante a Santa Missa, diante de Nossa Senhora Mãe dos Homens, nossa Mãe e Protetora permanente, Senhora soberana das terras do Caraça, agradecemos a Deus, de modo especial, o dom da vida e da caminhada de cada um e, hoje, a graça e privilégio de retornar ao Caraça.

Mariano P. Lopes (Presidente da AEALAC)

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