3º Torneio de Xadrez do Caraça​

28 de novembro de 2017

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​Já está marcada a terceira edição do Torneio de Xadrez do Caraça, com uma novidade,: o torneio será realizado em dois dias (13 e 14 de janeiro de 2018), com tempo de reflexão de 30 minutos para cada jogador, caracterizando o torneio como “xadrez rápido”. Algumas coisas já foram definidas, como a premiação (este ano, R$ 2.500,00), a inscrição (R$ 40,00), além da participação do Mestre Internacional Roberto Molina (campeão dos dois primeiros torneios) e do Grande Mestre Internacional Evandro Amorim, da cidade de São Sebastião do Paraíso, MG. Amorim se tornou o 12º GM do Brasil em 2013 e, dessa época até hoje, ninguém mais alcançou tal título no país. Estes dois, Molina e Amorim são os dois melhores jogadores de Minas Gerais na atualidade, uma coisa que valoriza demais o nosso Torneio do Caraça.

Faltam ainda alguns detalhes para serem resolvidos, como o local onde será disputado o torneio. Poderá ser ao lado do museu, com a colocação de tendas para dar abrigo e mais espaço aos jogadores, além de chamar mais a atenção para a disputa. Estamos também em negociação com o famoso jogador brasileiro da década de 1970, Henrique Mecking, o Mequinho. Ele é o maior jogador de xadrez brasileiro de todos os tempos. Teve seu auge no ano de 1977, quando foi considerado o terceiro melhor jogador do mundo, superado apenas por Anatoly Karpov e Viktor Korchnoi. Uma doença grave – a miastenia, que compromete seriamente o sistema nervoso e os músculos – fez Mequinho abandonar as competições. Superada a doença, voltou a jogar, há cerca de 8 anos, e já é o número 2 do Brasil. Se confirmarmos a vinda dele na próixima semana, ele irá disputar uma simultânea, que é um Grande Mestre jogando ao mesmo tempo com outros 20 jogadores, um espetáculo de se ver.

Portanto o Torneio do Caraça vai aos poucos tomando visibilidade e crescendo em número de jogadores, jogadores importantes, premiação e apoio do empresariado local… Com dissemos certa vez: “O xadrez faz parte da história do Caraça…”.​

Peças e tabuleiros de xadrez expostos no Museu do Caraça, parte da história do educandário

 

Concentração total​ de todos os jogadores, um mínimo erro, pode dar o início da derrota

 

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