
Um outro passo importante da Província Brasileira da Congregação da Missão na Reserva do Caraça foi a implantação da Coordenação Ambiental e do serviço de monitoria em 1998, através de parceria com a AMDA – Associação Mineira de Defesa do Ambiente. A parceria contribuiu para o melhor gerenciamento da Reserva, favorecendo a aproximação responsável entre homem e natureza, cultura e biodiversidade.
Seu objetivo é gerenciar o funcionamento da RPPN – Santuário do Caraça, conforme as leis que regem as Unidades de Conservação, e também elaborar e implantar o Plano de Manejo da Reserva.
No que tange à Monitoria na RPPN, seu objetivo é recepcionar todos os visitantes, oferecendo informações e orientação sobre a Reserva e o Santuário, além de auxiliar na fiscalização e no controle da visitação.
A sede tanto da Monitoria quanto da Coordenação Ambiental é o Centro de Visitantes, onde, além das muitas informações que se podem obter pelos hóspedes e turistas, também se pode assistir a diversos vídeos sobre o Santuário do Caraça, que apresentam um pouco de sua trajetória histórica, além de roteiros para a visitação e de informações básicas de ecoturismo e preservação ambiental.
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BRIGADA DE COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL
A RPPN – Santuário do Caraça, com o compromisso de proteção de seus recursos naturais, oficializou aos 4 de setembro de 2001 a formação da sua Brigada de Combate aos Incêndios Florestais.
Em 1998, a Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, através da Superintendência de Programas e Ações Ambientais, disponibilizou, para a Brigada do Caraça, uma verba no valor de R$ 12.954,00 (doze mil e novecentos e cinqüenta e quatro reais) para a compra dos equipamentos para a brigada. Essa parceira foi resultado de trabalhos estabelecidos através do convênio entre a Província Brasileira da Congregação da Missão e a Associação Mineira de Defesa do Ambiente – AMDA. Compõem esta brigada funcionários do Santuário do Caraça e da Fazenda do Engenho.
Os principais problemas do Caraça, relacionados ao fogo, são:
* ameaças externas: - queimadas descontroladas nas propriedades vizinhas com o objetivo de aumentar a brotação das baquiárias.
* ameaças internas: - visitantes e turistas que jogam no chão guimbas de cigarros nas trilhas e nas bordas da estrada asfaltada; - visitantes e turistas que desrespeitam as normas, improvisando churrasqueiras e fazendo fogueira em acampamento.
* ameaças climáticas: - incêndios causados por raios.
Além dos incêndios, há problemas como a soltura de gado nos campos da Unidade de Conservação, invasão de propriedade para subir os picos, caminhos até cachoeiras mais distantes e acampar. |

Coordenadora Ambiental da
RPPN –
Santuário do Caraça
Aline Cristine Lopes de Abreu
CRBio Nº 49421 / 04 - D
Telefax: (31) 3837-2698
e-mail: reservadocaraca@yahoo.com.br |

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