
No tempo do colégio, na década de 50, grande parte da área teve sua cobertura vegetal cortada para produção de carvão. O motivo era gerar renda para quitar uma dívida da Congregação ao Governo Federal.
Após o incêndio em 1968, e também com a inauguração do asfalto em 1976, a visitação ao Caraça aumentou desordenadamente, crescendo também impactos negativos na natureza com a quantidade de lixos abandonados na área, coleta de plantas, corte de árvores, caça, entre outros.
A primeira iniciativa da PBCM em proteger a propriedade foi o convênio assinado com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal – IBDF (hoje IBAMA), em 1982, para transformar o Caraça em um Parque Natural.
Antes de reconhecer o Caraça como Parque Natural, ocorreu mudanças nas categorias de Unidade de Conservação. A partir desta mudança o Caraça foi reconhecido como Unidade de Conservação de Uso Sustentável, na categoria de Reserva Particular do Patrimônio Natural, através da Portaria do IBAMA, Nº 32, de 20 de março de 1994.
Um outro passo importante foi à implantação da Coordenação Ambiental e do serviço de Monitoria em 1998, através de parceria com a AMDA – Associação Mineira de Defesa do Ambiente.
A Coordenação Ambiental tem a missão de buscar o melhor gerenciamento da Reserva, conforme a Lei Nº 9.985/2000, do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
A Monitoria tem a missão de recepcionar todos os visitantes, oferecendo informações e orientação sobre a Reserva e o Santuário, além de auxiliar na fiscalização e no controle da visitação.